Haddad, acompanhado da presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Malvina Tuttman, e do ministro chefe da secretaria de Relações Institucionais, Luiz Sérgio Nobrega de Oliveira, foi a Realengo juntamente com a secretária municipal de Educação do Rio, Cláudia Costin, com o objetivo de assegurar solidariedade à comunidade escolar, professores e funcionários da escola.
“Será que uma instituição tão segura a ponto de impedir que um ex-aluno frequente as suas instalações ainda é uma escola?”, questionou o ministro. Haddad afirmou que “o envolvimento e a participação da comunidade ainda é o melhor antídoto”. No caso específico de Realengo, reiterou o ministro, “não há equipamento de segurança que seja capaz de prevenir a ação de um psicopata”.
MEC Assessoria de Comunicação Social