Segundo o reitor, a proposta foi aprovada tanto pela comissão de vice-presidentes da associação quanto pelo conselho administrativo. De acordo com ele, todos concordaram que se trata de um “programa avançado de integração acadêmica das universidades de língua portuguesa”.
O projeto, que deverá envolver recursos da ordem dos 5 milhões de euros, ao longo de cinco anos, propõe a criação de sete modalidades de apoio, sendo quatro de mobilidade internacional de graduação e pós graduação e três dedicados a projetos estruturantes de pós-graduação, iniciação à docência e extensão internacionais.
Os principais objetivos dessas modalidades são o incremento da internacionalização das universidades integrantes da Aulp e o fomento da integração acadêmica entre as universidades dos países de língua portuguesa.
Segundo o reitor, da verba necessária para o projeto já foram conseguidos 2 milhões de euros, concedidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e 500 mil euros fornecidos pela Aulp. “Além disso, está sendo feita uma mobilização de recursos nos outros países participantes e também em instituições internacionais que pudessem aportar recursos, como é o caso do Banco Mundial”, diz.
O próximo passo, destaca Campolina, é efetuar algumas alterações no documento e apresentá-lo em definitivo no 21º Encontro da Aulp, a ser realizado nos dias 6 e 8 de junho, na cidade portuguesa de Bragança.
Outros parceiros
Com o propósito de discutir o projeto e angariar apoio para sua implementação, o reitor Campolina foi recebido em audiência pelo secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Domingos Simões Pereira e também participou de encontro com o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal Mariano Gago. Ambos saudaram a iniciativa e se comprometeram a apoiá-la assim que ela for aprovada em assembleia.
Assessoria de Imprensa da UFMG