O importante desse processo, como o reitor já havia dito à imprensa durante o período de inscrições no Sisu, é que não haverá vagas ociosas na UEMS. “Caso as vagas não sejam completadas nas chamadas regulares do Sisu, serão realizadas por meio da lista de espera outras chamadas da Universidade, como acontecia nos vestibulares tradicionais realizados pela UEMS”, explicou a pró-reitora de ensino, Márcia Regina Martins Alvarenga.
Segundo a pró-reitora de extensão, cultura e assuntos comunitários, Beatriz Landa, uma preocupação da Universidade agora é fortalecer as iniciativas de permanência dos acadêmicos na Instituição no pós-matrícula, fator preponderante para que a universidade pública cumpra seu papel. “Os acadêmicos de baixa renda precisam ter um suporte que os garanta como estudantes do ensino superior e é nisso que estamos trabalhando agora”. A UEMS já oferece atualmente um programa de auxílio estudantil com essa finalidade e pretende otimizar esse apoio ao acadêmico. “A Universidade está se preparando da melhor forma para receber esses acadêmicos de regiões distantes e do nosso Estado. Esse é nosso papel”, finalizou o reitor.
Maria Alice Campagnoli Otre
Assessoria de Imprensa UEMS