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Meio AmbienteA Unoeste abre o quarto curso de mestrado: Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional. A recente aprovação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação (MEC), inicia com o inédito conceito 4. As inscrições ao programa, primeiro regional e um dos poucos do Brasil, abrirão em fevereiro e as aulas começarão em março de 2012.
“É um mestrado que possibilita ao aluno se empenhar em resolver problemas, diagnosticar, pesquisar, compreender e ajudar a região”, relaciona a coordenadora, doutora Alba Regina Azevedo Arana. O mestrado terá as linhas de pesquisa em impacto ambiental e desenvolvimentos ambiental e regional. “Vai ter abrangência muito grande de profissionais de várias áreas”.

A pós-doutora Patricia Alexandra Antunes, vice-coordenadora, discorre que a interdisciplinaridade é um dos atrativos ofertados. “O início desse mestrado abre mais uma possibilidade para quem deseja se aperfeiçoar profissional e academicamente. Precisamos formar mais pesquisadores e profissionais para atuarem nas complexas realidades socioambientais”, complementa a doutora Zizi Trevizan, pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação.

Se o Meio Ambiente é um assunto tão em voga, aliá-lo às características da região de Presidente Prudente faz-se necessário, por ser considerada “uma das mais carentes com relação à aplicação da legislação ambiental”, de acordo com Patricia. Portanto, ainda segundo a professora, “o mestrado pode colaborar dando suporte à elaboração de políticas públicas”.

Ótima avaliação – A nota 4 concedida ao mestrado é comemorada. “O conceito elevado atribuído pela Capes – também para o doutorado em Agronomia (4) – traduz a valorização da Unoeste como um centro reconhecido de pesquisa, gerador de conhecimentos, produtos e serviços extensionistas, capazes de beneficiarem a região e o país”, promove Zizi.

“É extremamente importante, consolida o trabalho que vem sendo feito para que haja estrutura necessária, não só de corpo docente, mas física, para que o aluno tenha um local para desenvolver pesquisas”, evidencia Alba. A pró-reitora aproveita o ensejo e agradece cada departamento envolvido. “Este sucesso é resultado do esforço da Reitoria, em oferta da infraestrutura; redes de bibliotecas; Pró-reitorias, na criação e funcionamento documentado de centros, comitês, comissões, núcleos, câmara e laboratórios de pesquisa; e, em especial, da produção docente qualificada dos que compõem o corpo permanente e colaborador do mestrado”.

A criação do mestrado em Meio Ambiente tem mais uma relevância. Faz com que a Unoeste esteja além da exigência da Capes/MEC estabelecida para 2013. O órgão federal estipulou que daqui a dois anos as universidades precisam ter, ao menos, três mestrados e um doutorado. E até 2016 devem atingir dois doutorados e quatro mestrados. Zizi enaltece a conquista antecipada. “O novo mestrado concretiza mais uma das metas da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, no desenvolvimento de novas tecnologias e meios sustentáveis de produção no oeste paulista e no país”.

O pós-doutor Gustavo Maia Souza, presidente do Núcleo Institucional de Pesquisas Multidisciplinares (Nipem), foi um dos articuladores para a criação do mestrado. Ele está satisfeito em poder ter contribuído para a solidificação do compromisso da Unoeste no que tange à pós-graduação. “Esse mestrado começou a ser discutido na Faclepp (Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Prudente), de maneira informal, em 2006”, relembra. “As pessoas foram aderindo e, agora, nasceu da união dessa proposta”.