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Está no horizonte da empresa IBM a construção de um supercomputador com capacidade de processar dados mil vezes mais rápido – com poder de executar um milhão de trilhões de cálculos em um segundo – do que a máquina mais avançada da atualidade. Esse sistema computacional irá funcionar na escala dos exaflops (1018), enquanto hoje o processamento está no nível dos teraflops (1012). A tecnologia que permitirá esse salto é uma nova solução para os chips, integrando nanodispositivos elétricos e ópticos num material semicondutor de silício. Assim, esses nanodispositivos poderão se comunicar com pulsos de luz em vez da exclusividade dos sinais elétricos.
É o que a IBM chama de tecnologia do silício integrado à nanofotônica, resultado de 10 anos de estudos dos laboratórios da IBM Research, o centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa. Com a luz integrada ao sistema de comunicação entre chips,  a densidade de informação que é processada aumenta muito e o processamento ganha em rapidez.

Revista Pesquisa FAPESP