Para um pesquisador, o artigo científico é parte de seu trabalho. Em algum momento, ele deverá escrevê-lo, preocupando-se com a qualidade daquilo que será redigido, organizando metodicamente seus dados e investigando a relevância e o ineditismo de seus resultados. A sociedade, por sua vez, só terá conhecimento daquilo que é estudado e desenvolvido por cientistas dentro das universidades através desses artigos. O conhecimento não pode ficar restrito ao ambiente acadêmico. "O primeiro passo para melhoria da qualidade de vida do ser humano é a divulgação das pesquisas científicas. Com isso, será possível pensar em maneiras melhorá-la, efetivamente", reflete Valtencir Zucolotto, pesquisador do Instituto de Física de São Carlos e responsável por ministrar cursos de escrita científica há seis anos.
Com isto em vista, o IFSC realizará, no período de 9 a 11 de novembro, a 2ª Semana da Escrita Científica, com uma série de mini-cursos que abordam desde a estruturação de artigos e teses até o processo de editoração, com o objetivo de desmistificar a escrita científica para os estudantes universitários e pesquisadores em geral.
Nas atividades, será dada ênfase às ferramentas de escrita e às estratégias de linguagem em documentos científicos escritos na língua inglesa, uma dificuldade mas, sobretudo, uma necessidade presente na vida acadêmica da grande maioria dos pesquisadores. Os mini-cursos abrirão espaço para uma importante discussão, a questão das fraudes e dos plágios, tentando mostrar aos participantes como uma fraude se constitui e como evitá-la. O evento é aberto a toda a comunidade.
Todas as atividades serão realizadas no Auditório Prof. Sérgio Mascarenhas, do próprio IFSC.
Para inscrições, programação completa, mapas de acesso e maiores informações, acesse http://www.biblioteca.ifsc.usp.br/semana/2/



