A descrição da arte italiana no século XVII, com suas três vertentes ideológicas e temáticas, parte do que era, de fato, o preâmbulo histórico: a Contra-Reforma pelo Concílio de Trento (1545-1563). A censura que a Igreja implementou também atingiu o mundo da literatura e especialmente da arte, o principal meio de persuasão de massas da época, com um excessivo rigor religioso que condenava as características refinadas, o erotismo e as referências sutis das pinturas maneiristas.
Uma parte dos grandes artistas e pensadores da época reagiram, adaptando-se aos novos padrões moralistas; um outro grupo sofreu condenação da Inquisição, como Tintoretto, forçado a mudar a sua Última Ceia, ou Giordano Bruno, filósofo dominicano queimado vivo acusado de heresia. Conhecido também é o caso do famoso afresco de Michelangelo na Capela Sistina, onde os poderosos nus foram cobertos com "braghette" para cobrir a indecente nudez. O século XVII surgiu com base na bandeira das contradições...
De 5 de setembro a 24 de outubro de 2011
Aulas às segundas-feiras, das 19hs às 21hs
Profª Eleonora Bascherini
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